passarola quer voar

Sábado, Maio 17

A não desperdiçar a oportunidade…


Na segunda feira o espectáculo "As Pequenas Cerimónias" é aqui também no Museu da Marioneta, no claustro e DE ENTRADA LIVRE! Às 21h30. Encontramo-nos lá? :)

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Alguém viu um gato a passar no meio do espectáculo?

Era a minha pergunta mais pertinente à saída do Museu da Marioneta onde fui ver o primeiro espectáculo da FIMFA este ano. E a verdade é que mais ninguém tinha visto. Eu própria comecei a pensar que tinha alucinado no meio do fabuloso espectáculo apresentado pela Buchinger’s Boot Marionettes, “The Armature of the Absolut”.
… E o espectáculo proporcionava-se a isso, porque entramos num mundo surreal e simbólico, povoado por maravilhosas criaturas assombrantes onde até existia, imaginem, uma bela passarola!!! (infelizmente não encontrei nenhuma imagem deste boneco pela net, mas se amanhã passar por eles, ainda lhes pergunto se me deixam fotografar ;) O espectáculo é, não só rico nos pormenores e materiais das marionetas, como também nas técnicas de manipulação utilizadas, que vão desde as técnicas normais, à projecção de imagem e até à cana de pesca!!!! É verdade, houve uma marioneta que foi literalmente pescada. Os manipuladores pareciam verdadeiros gigantes em palco que, com as suas personagens/ máscaras interagiam com as restantes criaturas, muitas delas verdadeiramente minúsculas ao pé dos manipuladores. A luz e as ambiências sonoras, apesar de algumas falhas de som, estavam fantásticas e ainda nos presentearam com deliciosos momentos de humor. Foram 60 minutos muito bem passados, com uns pequenos binóculos na mão (cedidos pela companhia) que me fizeram sentir qual marquesa em tempos idos a assistir a grandioso espectáculo de ópera. :)

Depois ainda houve mais. À saída do Museu o espectáculo de rua “Mogrr…”.
Um espectáculo bem disposto, que vai andar a passear por aí e que nos apresenta pequenos monstrinhos com problemas em aceitar a autoridade. O manipulador/actor é um misto de Mr Bean/ Monsier Hulot em versão monstruosa mas simpática, que vai interagindo com o público, com muita brincadeira e palhaçada à mistura. Foi muito engraçado ver transeuntes, carros e motas a pararem para ver e o criador/manipulador/actor a envolvê-las nas brincadeira.

No fim… ainda tinha uma pergunta sem resposta. Afinal, havia gato ou não havia gato? Era boneco ou verdadeiro? Tive de ir perguntar e…. tchan tchan tchan tchan… HAVIA!!! É um gato a sério, da companhia, que anda por ali e que nunca se sabe se vai entrar e quando vai entrar. Ah há! :P

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Sexta-feira, Maio 16

E hoje há...

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19. Uma visita guiada por Velhos Sábios, parte II

E cá está a continuação do episódio da semana passada... :)

- E como é que conseguem trazer tantas coisas tão grandes? – Não se conteve a Carlota ao ver os restos de um piano de cauda num canto daquele espaço.

- Um grupo de lagartos organiza a travessia do objecto durante a noite, num carro puxado com cordas, como o que viu com o quadro de sua mãe. Empurra o objecto para um dos milhares de buracos que construímos, iguais àquele onde a menina caiu e depois, os nossos lagartos autorizados fazem a recolha e transporte até aqui.

Enquanto o Lagarto emproado falava, a Carlota acenava com a cabeça para esconder a enorme confusão que tanta informação e novidade estava a criar no seu cérebro.

- Depois, definimos a função de cada um destes objectos e preparamo-los devidamente para que cheguem à respectiva oficina já prontos a serem reutilizados. – Carlota girou a cabeça para conhecer a voz do lagarto dos tecidos coloridos que empurrara o ténis do novo amigo do seu pé.

Avançaram todos para outra redoma, ligeiramente mais pequena, amarela, com um cheiro doce. Mais de metade do seu espaço era ocupado por um gigantesco cilindro de vidro azul. Lá dentro, voavam milhares de insectos de todos os tipos que ela conhecia e não conhecia. O bzzzzzz das suas asas era mais uma vez abafado pelo vidro.

- Neste espaço, criamos alimentos para distribuir por zonas carenciadas ou lagartos que não tenham a possibilidade, ou idade, para subir à superfície. – Voltou a falar o lagarto vestido, enquanto já avançava para uma redoma de vidro escuro, opaco. – E ali fica a nossa fábrica de viaturas.

- Para facilitar este trabalho estudámos o vosso sistema de transportes e desenvolvemos os nossos próprios veículos - Enquanto falava, o Lagarto da voz tremida apontava com a cauda para um conjunto divertido de carros que se encontrava estacionado num grande garrafão de plástico, arrumado a um canto da oficina. Alguns deles eram tão estranhos que a Carlota não conseguiu identificar os materiais com que tinham sido feitos mas distinguiu facilmente uma lata de atum, um teclado antigo de um computador e um camião de brincar de bebé. Todos eles tinham sido transformados e estavam agora ligados a bases feitas de metal que podiam esconder pequenos motores. No entanto, nenhuma das viaturas apresentava rodas, pneus ou qualquer objecto redondo por baixo da base.

- Como é que se deslocam? – Perguntou, enquanto o lagarto do dedal, novamente acordado, tentava entrar para dentro da sandália, acomodando-se de barriga para o ar, entre o peito do pé dela e a fivela que o prendia..

- Utilizamos o motor para accionar um evoluído sistema de locomoção a vapor – explicou a voz menos conhecida do menos emproado dos dois das fitas coloridas, enquanto, com a cauda, apontava para uns veículos que naquele momento atravessavam o ar do lindíssimo jardim das redomas.

A Carlota virou-se ao contrário e aproximou os olhos de uns tubos de vidro transparente que faziam curvas e contracurvas, por entre as muitas redomas coloridas, ao nível dos seus ombros. A imagem era lindíssima! Infinitos oitos transparentes percorriam o espaço, correndo em todas as direcções, furando as paredes de rocha por túneis pouco maiores que o tamanho da sua cabeça. No seu interior circulavam veículos nos dois sentidos sem tocar o vidro. Um espesso vapor quente saía por buracos que furavam as bases metálicas das viaturas e que as mantinha em suspenso, avançando no ar.

- Os nossos motores trabalham maioritariamente com energias naturais mas ainda necessitam de petróleo refinado para o seu perfeito funcionamento – continuou a explicação o mais emproado.

- E é por isso que mantemos aqui perto, uma reserva de petróleo que foi recentemente descoberta durante a construção da casa do cão – Concluiu num tom grave o Sábio dos Sábios.

- Da casa dos teus amigos – especificou o Jeremias – e é aqui que tu nos podes ajudar.

Dentro da cabeça da Carlota começaram a acender-se milhares de luzinhas em simultâneo e ela finalmente começou a juntar todas as peças daquele puzzle tão misterioso com que andava a cismar desde o início das férias.

- Então o vosso petróleo é que é o meu tesouro – percebeu a Carlota, satisfeita com a resolução de mais um mistério. - Foi isso que a Vera e o Tomás descobriram durante as obras e é disso que não querem falar.
- Os seus amigos são muito sábios – afirmou o Sábio dos Sábios – São conhecedores das desgraças e tragédias que uma informação dessas pode trazer a quem não a souber usar.
- Mas o que é que vocês acham que eles vão fazer com isso?
- Talvez voltem a tentar furar o mesmo local. Por isso já mudámos a nossa reserva para outra zona. Mas o problema é que há outro humano que também possui essa informação e esse, anda a furar terrenos um pouco por todo o lado, em busca de petróleo.

A Carlota pensou mais um bocadinho e acabou por se lembrar – Ahhh…o Simão, o construtor que não os larga…
- Com as suas escavações, esse homem tem posto por diversas vezes em perigo o nosso segredo. Ao tentar furar mais fundo, tememos que se aproxime perigosamente de descobrir este espaço, fundamental para a nossa sobrevivência.

A Carlota sentiu-se sinceramente preocupada com a possível destruição de um espaço tão perfeito. – E o que é que eu posso fazer para vos ajudar?
- É preciso que a Vera e o Tomás voltem a furar para que não encontrem nada e é preciso que o Simão saiba disso - A Carlota deliciou-se com o pensamento de que o Jeremias também era um verdadeiro detective. – Tu conhece-los, vais encontrar uma solução. Tenho a certeza disso.
- Bolas! Não sei se consigo – desabafou a Carlota ao sentir o peso da responsabilidade.
- Eu vou continuar a ajudar-te – disse o Jeremias enquanto um lagarto agitado entrava com uma mensagem que o Sábio dos Sábios transmitiu à Carlota .
- Está na hora de voltar para o buraco 35. Os humanos estão naquela zona à sua procura.
...

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Quarta-feira, Maio 14

Entretanto parece que...



... este ano vou estar um dia na Feira do Livro a dar autógrafos babados num dos pavilhões da Verbo...
Voltarei a este assunto em breve ;)

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FIMFA8

Já arrancou o Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas com muitas coisas boas para ver. Já tenho o programa na minha mão, eheh... e já vi que há coisa boa, mesmo aqui ao lado no Museu da Marioneta, e muitas mais espalhadas por aí. Vão espreitar aqui o Blog

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Segunda-feira, Maio 12

Muita erva e grande som...

O Weeds, além de se ser uma grande série, tem sido uma fonte de descoberta de grande som. Esta foi a descoberta que fechou em grande o episódio de hoje, na dois:



Tudo o mais, está aqui.

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Maio, querido Maio…

O mês das cerejas (onde é que elas andam?) e do sol (que mal se faz ver) é também o mês do irs (arghhhhh!), do imposto do selo do carro, do seguro do carro, da inspecção do carro (pós diabos c’o carro que se não me levasse à praia nos dias quentes já estava prestes a insultá-lo. Lançar pragas, não que ainda saiam do meu bolso :S). É ainda festa de anos de 3 membros da minha família mais um sobrinho novo acabado de nascer (que não tem mais que 3 palmos da minha pequena mão e é a coisa mais querida em que toquei nos últimos tempos :) e da maioria dos meus amigos (irra que tenho tendência para os touros), ainda, o dia internacional dos museus (não posso dizer mal da quantidade de trabalho a entrar, mas é trabalho!!! ) e tanta coisa para tratar e acima de tudo, uma festa de anos para organizar... Este ano entro nos 35, contagem decrescente para os 40 (depressão) por isso mesmo, há que comemorar. Se dos 30 até aqui só tive coisas boas a acontecer, estes próximos cinco anos não serão diferentes. No meio de todo este lufa, lufa… ahhhhhh… Hoje foi dia de massagem oferecida pela casa da criação. Ahhhhhhhhh… baba a escorrer… :) :) :) :) :) :P

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Sábado, Maio 10

19. Uma visita guiada por Velhos Sábios, parte I

Com um dia de atraso, sai mais uma Carlota no país das maravilhas... Este capítulo também dividido em 2 por ser muito grande. A descrição do planeta dos legartos continua já na próxima semana. :)

A saída da sala da Assembleia foi de tal forma bonita, que a Carlota pensou estar a assistir a um espectáculo coreografado para uma grande companhia de lagartos. As centenas de milhares de animais que faziam parte da Assembleia começaram a sair, ordenadamente pelas filas de trás. Os primeiros foram os lagartos do chão, paredes e tecto, da última fila que se movimentaram em simultâneo, rastejando com passos ensaiados para desenhar um triângulo no ar, virado para a grande porta da saída. Quando o lagarto que encabeçava a fila chegava ao limite da porta, os lagartos do chão, paredes e tecto da penúltima fila começavam a rastejar, indo unir-se ao centro do triângulo formado pela fila anterior e por aí adiante até chegar aos da primeira fila junto do palco.

Sucessivamente foram-se desenhando triângulos na sala que se uniam e sobrepunham, criando a ilusão óptica de uma sucessão de formas geométricas em perspectiva que atravessava todo o espaço e que, coordenadamente, se movimentava para sair.

Sem que a Carlota desse por isso, o seu queixo começou a cair de admiração em direcção ao peito e o pequeno lagarto do dedal aproveitou a distracção para se aproximar. Já tinha percebido que ela não constituía perigo e sentia-se envergonhado pela sua reacção anterior. Devagarinho começou por fazer as pazes com a sandália que o deixou trepar por ela acima e pedia já desculpa ao tornozelo da Carlota quando esta se apercebeu que tinha companhia. Devagarinho baixou-se para lhe fazer uma festa na cabeça. O lagarto, satisfeito, deu umas voltas por cima do seu pé para se acomodar melhor na sandália. A Carlota sorriu e voltou a dirigir os olhos para o último triângulo verde que desaparecia agora da sala.

Tinha chegado a vez dos Velhos Lagartos Sábios mas nada acontecia. Olhavam todos para o velho ténis que não mostrava vontade de se mexer. O Lagarto do anel cor de laranja fez o sinal aos outros que olharam para o viajante do pé direito da Carlota, percebendo que era inútil esperar o cumprimento de regras por parte deste colega. O Sábio dos Sábios consentiu a infracção e os lagartos das sabrinas azuis levantaram-se exactamente ao mesmo tempo e começaram a andar. Entretanto, levantavam-se já os ocupantes dos sapatos vermelhos e, no momento certo, também o fizeram os inquilinos dos sapatos pretos. O último a largar o seu trono foi o Sábio dos Sábios que veio ocupar um lugar entre os colegas dos saltos pretos que estavam agora à frente da Carlota. Começaram a andar e os Sábios emproados das fitas na cabeça colocaram-se um de cada lado da Carlota, indicando-lhe que deveria caminhar entre eles. Os Sábios das sabrinas escoltavam o Jeremias logo atrás dela.

Ao longo do caminho por uma passagem semelhante às que já atravessara, a Carlota teve que fazer um esforço enorme para não estragar a marcha dos Sábios. Os seus pés eram tão grandes e os seus passos tão diferentes dos rastejantes lagartos que foi o tempo todo com medo de pisar alguma daquelas sapientes criaturas. Isto para não falar do cuidado que teve que ter para não deixar cair o Lagarto do dedal que já dormia bem confortável no seu pé.

Quando por fim os lagartos pararam, a Carlota respirou de alivio. Só depois reparou na beleza do enorme espaço que a rodeava. Nunca tinha visto nada assim. As paredes e tecto daquela imensa caverna estavam pintadas a branco e brilhavam com uma luminosidade tão bonita como a Carlota nunca tinha visto na vida. Mais uma vez o queixo tentou fugir-lhe para o peito, o nariz deleitou-se com a frescura do ar e os olhos não pararam de piscar, tentando captar toda a beleza do espaço.

No chão do interior da terra existia um imenso jardim relvado, de onde nasciam plantas, flores e até troncos de árvores tão altos que furavam a enorme massa terrestre até à superfície. As clarabóias naturais que criavam, deixavam espreitar fracos raios de sol para aquele mundo irreal.

Até parecia que estava dentro de um desenho ou de uma pintura. Era tudo tão estranho e tão bom ao mesmo tempo que a Carlota se esqueceu dos pequenos lagartos aos seus pés e começou a andar em volta, sem prestar atenção. Os Velhos Sábios tiveram mesmo de perder a compostura para encontrar refúgio longe daqueles passos indomáveis. O Jeremias percebeu mas não interferiu. Todos imaginavam o que seria ver aquele espaço pela primeira vez para uma pequena humana.

Das raízes das árvores cresciam redomas feitas de vidros de cores diferentes como se fossem cogumelos e, dentro delas, grupos de lagartos circulavam apressadamente em redor de objectos, libertando sons abafados que pareciam ser de obras. Carlota quis aproximar-se para ver melhor e lembrou-se finalmente dos seus guias.

- Desculpem. Parece que me deixei perder… - disse baixinho enquanto se inclinava para espreitar o esconderijo dos Sábios. Eles aproximaram-se a medo mas continuaram as suas explicações:

- Aqui fica o núcleo do complexo sistema de comunicações que liga várias comunidades de répteis. – explicou o Sábio dos Sábios de uma distância segura.

- Dentro de cada oficina – continuou o da voz tremida - os lagartos trabalham as matérias que trazemos da superfície.

Lentamente começaram a aproximar-se para que a Carlota pudesse espreitar a redoma de vidro vermelho que era pouco mais baixa que ela. Agora com mais cuidado, ela ajoelhou-se à entrada e sorriu ao identificar a confusão de cores, cheiros e ruídos que ocupavam aquele espaço. A imagem era a de uma grande fábrica, toda construída com restos de materiais que ela conhecia bem do seu mundo: garrafas de plástico, latas de alimentos, bocados de máquinas de utilizações diversas, objectos de vidro, madeira, plástico, restos de tecidos e até partes de brinquedos de criança eram ali reutilizadas com outros objectivos.

- Todos estes materiais são cuidadosamente seleccionados e trazidos das vossas lixeiras ou centros de reciclagem. - A Carlota não pode esconder um sorriso quando o emproado dos emproados utilizou a expressão cuidadosamente seleccionados para se referir àquela mistura de tralha.
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Quarta-feira, Maio 7

prédios aquáticos...

... que me passam à frente dos olhos, quando menos espero. :)

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Terça-feira, Maio 6

Finalmente! Feromona em vídeo!

Já estava há espera disto há muito tempo. Gosto deles desde a primeira vez que os ouvi, adoro as letras deles e tenho imensa pena de ainda não os ter visto ao vivo. Está na lista das bandas a ver! Já muitas vezes tinha procurado por vídeos no you tube e agora quando chega… adoro!



Gosto destes gajos! Quero muito, muito, muito, ver o Mustang em vídeo, pode ser ó feromonas? Alem de tudo mais, são generosos e têm as músicas disponíveis para download aqui, entre muitas outras coisas boas. Vão lá sacar som que vale a pena. ;)

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